Rapaz, confesso que entrei aqui com o intuito de falar de como minha vida está cheia de exercícios, alternativas, perguntas abertas, etc e tal. Mas mudei já de idéia, e como diz o título, não sei se esse post terá um assunto central. E se minha vida já está cheia disso tudo, por que razão em mente sã eu teria que encher ainda mais escrevendo sobre isso? Ponto. Não falarei mais sobre isso, não por enquanto.
Na verdade, queria começar esse post de hoje com um grandessíssimo agradecimento ao meu amigo Raulo (isso mesmo, não tem um "o" errado), que fez o favor de divulgar em seu orkut esse espaço que você está lendo (espero eu) nesse momento. Se você veio aqui por esse caminho, ou só pelo fato de você estar aqui agora, já me causa uma grande alegria no meu coraçãozinho. Poxa, não custa ajudar a divulgar né. Risos.
Assisti semana passada o filme "Sweeney Todd: O barbeiro demoníaco da rua Fleet". Rapaz, esse Johnny Depp é mesmo o cara, rs. Ele canta absurdos no filme, numa atuação simplesmente brilhante e uma química perfeita (alguma vez não foi?) com Helena Bonham Carter. E para fechar o trio dark-do-mal, o filme só poderia ter o dedo do Tim Burton. É meio sangrento, mas a musicalidade, fotografia e enredo, misturado aquele tom gótico-demoníaco-insano que só o Tim Burton classifica corretamente, torna o filme obrigação de qualquer pessoa. Só não levem irmãozinhos, filhinhos, priminhos, vizinhos de menos de 14 anos de idade, na minha opinião, podem se impressionar com o sanguezinho que escorre pela tela. (Só um comentário? Dizer 14 anos é hipocrisia. Se duvidar a partir de 8 anos hoje em dia a pobre criancinha não se impressiona mais).
Uma pergunta anda martelando na minha cabeça. O que a gente seria capaz de fazer para voltar no tempo? Eu particularmente faria qualquer coisa (até porque essa qualquer coisa vai ser revertida mesmo). Não só como função para revivermos momentos bons, mas para esquecer momentos ruins também. Vai uma dica? "Brilho eterno de uma mente sem lembranças", com Jim Carrey. Não tem nada, absolutamente nada a ver com viagens no tempo. Mas mostra como a memória e os sentimentos são capazes de afetar a vida de uma pessoa. Aí a gente pode chegar numa questão polêmica: o amor.
Somos capazes de deixar de amar alguém?
Do princípio:
Ninguém sabe o que é o amor. Teorias e teorias existem, mas alguma científicamente comprovada? Nenhuma. Nós não escolhemos quem amamos, respeitamos quem amamos, e queremos ver quem amamos feliz. Não é?
Saibam cultivar isso. Porém, infelizmente, mostrar para a pessoa que você a ama pode ser, em alguns casos, desconfortável para quem o faz. Pode se tornar outra tentativa frustrada de transformar uma paixão em amor.
E, para fechar esse tópico meio estranho (espero que ALGUNS entendam), ninguém melhor para fazê-lo que meu professor Marcelo em uma de suas muitas frases que anoto no canto da página em cada aula: "Se soubéssemos quantas pessoas amaríamos na vida, evitaríamos certas atitudes em nome do amor."
Grande Marcelo.
Concluímos: "Somos capazes de deixar de amar alguém?". Eu creio que não. Mas que somos capazes de nos abdicarmos de ser amados, pela felicidade de quem amamos, isso sim. Complexo isso não?
Hoje o post ficou ligeiramente longo, mas valeu a pena ler inteiro. Fiquei motivado com certos elogios, rs.
1. Ajudem a divulgar! (pela enésima vez!)
2. Deixem seus comentários! (pela enésima² vez!)
Um bom fim-de-semana e semana a todos.
Alegria, pessoal. =)